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Mensagens

PRÉMIOS GIROFLÉ

  Estes são prémios, sem caráter oficial, ou monetário, atribuídos em círculos, quadrados, e triângulos de amigos. Trata-se de distinguir a pessoa que protagonizar a gaffe mais invulgar e, claro, que provoque o maior número de risadas, e que leve toda a gente a fugir para bem longe, para não se ser identificado com tal criatura. Os melhores prémios são aqueles que se perpetuam no tempo, e nunca perdem graça. E são histórias reais! Histórias que se contam à mesa, num jantar, numa almoçarada, numa caracolada ou, simplesmente, entre várias Imperais. O objetivo é o mesmo: rir e gozar. Por isso: enjoy it!   Um casal está a passear no campo, em pleno Alentejo. Estão felizes, apaixonados, e a descontrair das altas pressões que a cidade impõe. Sentam-se à sombra de uma árvore, apreciando o ambiente, respirando os cheiros, renovando energias. De repente, o homem inspira-se de romantismo e diz: -Olha ali, amor. Que fixe! Uma avestruz! ...

PARA LÁ DA CHUVA

PARA LÁ DA CHUVA (Desvendando a letra de “Sky Above the Rain” dos Marillion) http://youtu.be/clwkBtzYb0g     Um amante que ama uma mulher que o ama, mas não o quer. Um amante que ama a pureza e a simplicidade do Amor. Um amante que ama ver e sentir para além de...Um amante que ama e ousa ultrapassar as aparências, e o que está à superfície da pele. Um amante que diz "Amo-te", mas não o diz por dizer. Diz porque sente, diz porque...Ama! A liberdade que ele quer descobrir, o tentar ver o céu azul, para lá da chuva. É, unicamente, a liberdade de amar sem condições, sem obstáculos. É amar para além do corpo, amar, sinceramente, no mundo dos sentidos.   É ela , a tal, que o   ama , mas não o quer. A ele, o tal, que a ama, mas não a vê, que a abraça, mas não a sente, voa sem sair do chão, sonha, transcende, só por ela, e para ela. É ela, a tal, para quem ele olha, mas não a vê...agora!   Ele já lá esteve: naquele lugar onde o sol nunca pára de brilhar, ...

PARA AS CRIANÇAS...

.   AMIGOS PARA SEMPRE Uma história para a turma da minha filha, na altura com quatro anos.    Binho, Finho e Zinho são três amigos que vivem na Baía dos Golfinhos. Eles são inseparáveis, e todos os dias é o Zinho, o mais velho do grupo, que vai acordar os outros para irem trabalhar.   -Vamos, seus preguiçosos! Toca a acordar! (diz o Zinho, todo entusiasmado).   Mas os amigos não parecem estar com muita vontade: -Uuuuuaai! Mas   que horas são? (boceja o Binho). -Mas que mania tens de levantar-te cedo!, resmunga o Finho, virando-se para o outro lado da cama. -Vá lá, vá lá! São horas de ir apanhar sol e dar uns saltos. Vá, mexam essas barbatanas!. (ordena o Zinho, enquanto empurra os outros para fora dos lençóis). -Mas…que berrata é esta, que estou a ouvir? (pergunta o Binho, ainda estremunhado). -Grunf! São as focas, de certeza! A esta hora…. (refila o Finho). -Oh seus cabeças de alho xoxo! (exclama o Zin...

ISTO DA AUSTERIDADE…

ISTO DA AUSTERIDADE…      “Isto está mau!”, ouço toda a gente dizer à boca cheia:   gente que diz isto, de olhos no chão, sobrancelhas levantadas, testa franzida, ombros encolhidos. Enfim, um agente de austeridade a mandatar insatisfação nos egos desta gente. Isto: o isto que provoca aquilo; o isto que traz tristeza e desilusão; e isto é mesmo mau;   isto, o “bad guy”   desta história sem idade, a que chamam de austeridade! Mas que raio vem a ser isto? Ninguém sabe! Se calhar nem mesmo os que a proclamam isto como a única fonte de salvação nacional, ou que olham para isto como a última Cola no deserto (sim, sem Coca. Apenas Cola…e de marca branca, para isto ser mais barato). E para não estar a escrever aqui nenhuma alarvidade sobre a austeridade, optei por mergulhar na (s) especificidade (s) da origem da palavra, ou da originalidade da palavra.   Então: a austeridade é já uma velha senhora (e não, não estou a falar daquela que todos tratam...

A LIBERDADE DE PENSAR

  Nasce, a partir deste momento, um novo blogue que convida a entrar nas linhas. Ou seja, um espaço de expansão de ideias e sentimentos que possam, por exemplo, ajudar a colocar o país...na linha!  É um blogue de pensamento absolutamente livre, sem restrições ou condicionamentos à criatividade, à opinião, à reflexão.  Sintam-se confortáveis em escrever o que vos apetecer, sobre o que vos apetecer, e como vos apetecer.  Mas atenção: liberdade de discussão e debate, mas nunca com recurso à ofensa!  No entanto, o vernáculo será permitido nos textos. O vernáculo liberta e alivia tensões!  Boas escritas...boas ideias! RUI MIGUEL MENDONÇA