Avançar para o conteúdo principal
Em leitura: "Lições na História", do aclamado filósofo, historiador, escritor, e vencedor do Prémio Pulitzer, Will Durant. A história é o mapa do carater humano. Para sabermos como vai agir o Homem, temos de conhecer de que forma agiu o Homem. Somos o que somos devido ao nosso passado. E o presente não é mais do que o passado acumulado nesse próprio presente. Neste momento presente. 
Perceber que a grande lição da História é de que o Homem é resistente. E de que a competição é a lei primordial da Humanidade. Como conseguiríamos evoluir se vivessemos sem competir? Um certo grau de competição é necessário, não só para o progresso, mas também para a sobrevivência. E o progresso é um aperfeiçoamento dos meios que usamos para chegar a velhos fins. É possível que o nosso progresso seja apenas um progresso dos meios e não dos fins. Desejamos alcançar as mesmas ambições que tinhamos há dez mil anos, mas através de meios novos e modernos. 
Perceber que não devemos ser otimistas ou pessimistas. Em vez disso, sermos realistas. Aceitarmos que a vida é composta de dificuldades e maravilhas. As dificuldades são o preço natural da existência. As maravilhas são delicias que não merecemos, necessariamente, receber, mas temos de as fazer por merecer.
No fundo, a História não nos ensina: diz-nos. Os humanos são, essencialmente, aquilo que têm sido ao longo dos tempos. O homem muda de hábitos, mas nunca de instintos.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A LIBERDADE DE PENSAR

  Nasce, a partir deste momento, um novo blogue que convida a entrar nas linhas. Ou seja, um espaço de expansão de ideias e sentimentos que possam, por exemplo, ajudar a colocar o país...na linha!  É um blogue de pensamento absolutamente livre, sem restrições ou condicionamentos à criatividade, à opinião, à reflexão.  Sintam-se confortáveis em escrever o que vos apetecer, sobre o que vos apetecer, e como vos apetecer.  Mas atenção: liberdade de discussão e debate, mas nunca com recurso à ofensa!  No entanto, o vernáculo será permitido nos textos. O vernáculo liberta e alivia tensões!  Boas escritas...boas ideias! RUI MIGUEL MENDONÇA

O CUNHA

O CUNHA     O Cunha anda aí, presumivelmente nado e registado (em data por designar) na freguesia de A-dos-Cunhados, fruto da cunhagem entre compadres e comadres, padrinhos e afilhados, tios e sobrinhos; o Cunha não precisa de laços de sangue para viver, e sobrevive por afinidades; é (c)unha com carne com o amigo do amigo que tem um filho cujo pai é amigo   de não sei quem.   O Cunha é um mafarrico de várias caras, usufrui de múltiplos nomes e bilhetes de identidade, o que o torna numa entidade única. O misterioso Mr. C, já foi sócio de loja famosa em parceria com o compadre Tito; já foi Procurador-Geral desta república (cada vez mais cheia de bananas); já foi maratonista (quando ele era ela entre as melhores atletas da altura); já foi ator, estrela de Revista à portuguesa; é nome de três localidades em Portugal, e cidade no Brasil; e é, atualmente, o braço direito de um dos melhores jogadores de futebol do planeta (há quem diga que o emprego de sonho é, mesmo, ser c...

NÃO PÁRA, SIGLA, SIGLA!

NÃO PÁRA, SIGLA, SIGLA!   Sigla por aqui! Por aqui é o caminho, ou deverei dizer: sigla até ao atalho, abrevie o seu esforço, e uma sensação de agilidade garanta, tanto nos dedos (poupa na escrita) como na garganta (poupa na fala); seja como for, poupa e poupa mesmo, e este plano de poupança é infalível, sem juros, entradas, TAEG´s, TAN´s, ou essas tangas que deixam um tipo, verdadeiramente, de tanga.   A siglar é que tanta gente se entende hoje em dia. No fabuloso mundo ocidental os DPF´s, os DO´s, os DRH´S, os CA´s , os CO´s ou os CU´s   , embelezam as portas dos gabinetes, e dão pompa aos organigramas estampados em vitrines. Até as casas de banho são sigladas com um espampanante WC e raramente, ou quase nunca, assinaladas como lavabos ou, simplesmente, com o que elas realmente são: casas de banho.   Tudo o que não seja comunicar em formato reduzido já se torna estranho, quase um léxico extraterrestre. Ora como sempre gostei da pinta do ET (cá está, sigla)...