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A DESCOBERTA

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Mensagens populares deste blogue

EM BRANCO

                             EM BRANCO Espaço em branco. Espaço totalmente em branco. Pânico? Nada disso. O espaço em branco é das mais belas coisas criadas pelo Universo; porque é aqui, no espaço em branco, que podes criar as   coisas mais belas que ainda não foram criadas no Universo. Podes moldar, como quiseres e bem te apetecer, a silhueta das palavras; dar-lhes pesos, engordar-lhes o sentido, aumentar-lhes o jogo de cintura, alimentá-las com consistência. É o espaço onde nada acontece –mas tudo pode acontecer, a qualquer instante, num momentâneo lapso de razão, em que a alma e a inspiração tomam conta das ocorrências. No espaço em branco és o criador - o que dá a solução antes mesmo de surgir o problema- o grande arquitecto, o divino, o Deus que já és, e o diabo a quatro. Constróis o mundo,o novo mundo feito à tua imagem e semelhanç...

A LIBERDADE DE PENSAR

  Nasce, a partir deste momento, um novo blogue que convida a entrar nas linhas. Ou seja, um espaço de expansão de ideias e sentimentos que possam, por exemplo, ajudar a colocar o país...na linha!  É um blogue de pensamento absolutamente livre, sem restrições ou condicionamentos à criatividade, à opinião, à reflexão.  Sintam-se confortáveis em escrever o que vos apetecer, sobre o que vos apetecer, e como vos apetecer.  Mas atenção: liberdade de discussão e debate, mas nunca com recurso à ofensa!  No entanto, o vernáculo será permitido nos textos. O vernáculo liberta e alivia tensões!  Boas escritas...boas ideias! RUI MIGUEL MENDONÇA

O ÚLTIMO LANCE

O ÚLTIMO LANCE Imperturbável, claro, assertivo. Olhar frio, distante, mas com a perfeita noção de que estava ali para revelar uma verdade- a sua verdade- perante o mundo -perante a vida. Assumiu tudo – com alguns rodeios (não arrastou pessoas para este confessionário público) -, de consciência declaradamente intranquila. Quando vemos alguém a admitir –alguém que admiramos, ainda por cima, ou que ... nos habituámos a admirar- o que, apenas, se suspeita (e recusamo-nos a acreditar) é o choque: o soco no estômago. E depois a raiva. E depois o ego em toda a sua plenitude: a sensação de engano, o desconforto da mentira, o aperto do logro; e a vontade de julgar, o ímpeto de condenar, o impulso de sentenciar. O de desejar tanto mal que coloca o réu sem outra saída que não seja viver eternamente num homizio. Um homiziado, um foragido, um proscrito. Esquecendo – ou querendo esquecer- que Lance Armstrong é, também, por incrível que pareça, um ser humano. Um ser (como qualquer humano) que ambic...